terça-feira, 7 de julho de 2009

sábado, 4 de julho de 2009

Quando o aluno não quer...


... o professor não consegue!
depois de todo o cuidado em encontrar o algoritmo perfeito, de forma a que a nota mínima estivesse ao alcance de todos, eis que surgem as negativas!
Talvez lhes falte (aos alunos) alguma motivação. Resta-me, agora, encontrar essa forma de motivar os negativos e manter motivados aqueles que chegaram à positiva.
Nem tudo é mau! A média da turma está positiva. Houve excelentes notas acompanhadas de uma subida em relação ao teste anterior.
Vamos continuar a trabalhar, entrando agora no capítulo do electromagnetismo, com o objectivo de chegarmos ao fim... todos juntos!
A minha dedicação à causa continuará a mesma. Já o tempo disponível, esse, terá que ser dividido pelo SGE com os seus sumários, as justificações das faltas dos alunos, as aulas trocadas e as respectivas destrocas, os números das sessões, etc. Depois há os relatórios de fim de disciplina, acompanhamentos de PAT's, relatórios de fim de momento do CFS e, neste momento é o que eu me lembro porque há seguramente mais. Claro tudo isto a multiplicar pelo número de turmas e respectivas disciplinas. Mas eu gosto de dar aulas. Eu gosto de ensinar. Eu gosto da satisfação do aluno quando recebe uma positiva. Por isso vou continuar para chegarmos ao fim...
... todos juntos!

domingo, 1 de março de 2009

A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO



É através dos processos de avaliação da formação que conseguimos realmente perceber o valor, a eficácia e a qualidade das acções de formação.
A avaliação, num processo de aprendizagem que tem como ponto fulcral as competências, deve ser contínua e formativa, para que professor e alunos tenham noção da progressão, ou não, do desenvolvimento de competências. Portanto, a avaliação deve ocorrer em simultâneo com o processo de aprendizagem desde o início até ao fim da acção.













O exemplo anterior traduz, de forma esquemática, as três fases que devem fazer parte da avaliação.
A pré-avaliação tem um papel muito importante na medida em que atribui um nível ao(s) formando(s) permitindo, dessa forma, ao formador, escolher as técnicas e métodos adequados a utilizar em cada formação.

A avaliação do processo é toda a avaliação efectuada durante a realização da formação, acompanha a execução da mesma, produzindo informação para a monitorização e controlo de gestão do processo formativo, numa óptica de melhoria contínua.





Um ponto muito importante na avaliação do processo é a avaliação de reacções. Esta avaliação permite aferir o grau de satisfação dos participantes em relação à acção de formação e às condições em que a mesma decorreu, visando o eventual desenvolvimento de acções de melhoria.
Por último a 3ª fase da avaliação (impacto) é feita algum tempo depois de os formandos serem lançados no mercado de trabalho visa aferir em que medida os saberes adquiridos pela via da formação foram efectivamente mobilizados para os respectivos contextos de aplicação.
Um exemplo fulcral da aplicação do que atrás foi dito é a disciplina de automação industrial aos alunos do curso de sargentos do quadro permanente na especialidade de Melect.
São alunos que à partida trarão conhecimentos essenciais à aprendizagem das matérias que serão leccionadas. As técnicas e métodos a usar, pelo formador, nessa turma dependem, só, desses conhecimentos. Esta avaliação inicial poderá ser feita através de um teste diagnóstico escrito ou oral.
A avaliação do processo é composta por todo o conjunto de métodos que se vão utilizando ao longo da formação. Os alunos são sujeitos a testes escritos, trabalhos práticos, detecção de avarias, reparação de avarias e, claro, a participação nas aulas.
A avaliação do impacto é feita depois da colocação desses mesmos alunos nas unidades de colocação, através do feedback dado pelos chefes de serviço, colegas e até mesmo pelos próprios alunos.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

MILITARICES

Há quem diga que se o Dr paulo Portas tivesse continuado como ministro da defesa poderíamos acabar...

...assim...





naaaa!!!


o que acham???

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

PAI NOSSO DOS ELECTRICISTAS

O PAI NOSSO DOS ELECTRICISTAS
Quadro nosso que estais na parede
santificada seja a vossa potência
assim nas máquinas como nas lâmpadas
perdoai-nos os nossos curto-circuitos
assim como nós perdoamos os teus cortes inesperados
mas livrai-nos do candeeiro a petróleo.

Competências técnicas/pedagógicas que o Formador online deve adquirir

Depois de alguma pesquisa pelo material fornecido, concluí que um formador online deve dominar, em absoluto, a plataforma usada para a formação. Qualquer dúvida poderá por em causa a transmissão dos conteúdos à eturma.

Características pessoais que o Formador online deve possuir

No meu ponto de vista, a principal característica que um Eformador deve ter é uma boa capacidade comunicativa. Uma vez que não está cara a cara com os formandos, só assim conseguirá transmitir, de forma correcta, os conteúdos pretendidos.

Estratégias pedagógicas que o Formador online deve privilegiar

Em relação à estratégia já tinha uma opinião formada. Penso que a principal estratégia para o sucesso de uma eformação é a capacidade de promover e moderar debates online sobre o assunto a tratar.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Uma Bike ensinada

As Novas Metodologias de Formação a Distância

Primeiras impressões

Em relação à potenciação do blog junto dos alunos penso que será uma tarefa relativamente fácil. Vejo o Blog como que uma ponte entre o formador e o formando. através do Blog quebram-se alguma barreiras que, no dia a dia, naturalmente, têm que existir.
Quanto à partilha de favoritos Online é uma ferramente extremamente útil por várias razões. destaco aqui apenas duas: A principal, quanto a mim, é a possibilidade de ter acesso aos meus favoritos em qq computador. A segunda razão é a possibilidade de fornecer os favoritos, que quiser, a quem quiser.
Por hoje fico por aqui. o cansaso é muito, depois de um fim de semana intenso em terras de praia de Mira, e o sono aperta. Neste momento em que as teclas se começam a misturar despeço-me com votos de boa noite para todos.
Até amanhã... no sítio do costume...

A APRENDIZAGEM SEGUNDO ROBERT GAGNÉ


Estes sistemas de procedimentos fazem na minha opinião todo o sentido. É a forma correcta para ministrar uma sessão de forma a manter os formandos cativos, sem a tornar maçadora e desinteressante. Dessa forma consegue-se obter, da parte dos formandos, um melhor aproveitamento.
Penso que sigo, no conjunto, estes nove passos. Claro, neste momento, já de uma forma intuitiva.
Por exemplo os três primeiros passos: intuição, objectivos e recordação fazem parte do início da aula e ocupam cerca de 10% do tempo útil da mesma. Aqui faz-se uma breve recapitulação da matéria dada em sessões anteriores servindo de introdução para lançar os objectivos para a sessão presente.
De seguida os próximos quatro passos: Informação, guiar aprendizagem, aliciar à prática, dar feedback, ocupam 75% do tempo útil da sessão. Durante este tempo transmite-se a matéria em questão, procurando, sempre que possível, recorrer a exemplos práticos, e, sistematicamente, ir colocando questões, muitas vezes retóricas, de forma a dar um feedback positivo ao formando, de forma a motivá-lo.
Por fim os últimos dois pontos: avaliação da performance e o aumento da retenção de informação ocupam os restantes 15%. Nesta parte final da aula faz-se uma breve recapitulação da matéria leccionada questionando os alunos com questões de referentes à sessão de forma a perceber se a informação transmitida foi bem ou mal assimilada. Se a assimilação não tiver sido a melhor faz-se novamente o mesmo exercício procurando colocá-lo de uma outra forma tentando levar o formando à resposta correcta mas pelos seus próprios meios.
Como conclusão termino dizendo que os nove passos de Gagne são os ingredientes necessários para uma formação ideal. Depois, com alguma prática e imaginação, basta encontrar a dose certa para cada um.

Psicologia da Aprendizagem na Formação de Adultos


A tarefa proposta para este módulo não é uma tarefa fácil, uma vez que todas as formações que tenho tido se caracterizam pela singularidade e importância que tiveram na minha vida profissional e pessoal.
De entre as formações que fizeram parte do meu percurso profissional, resolvi relatar aquela que mais me marcou devido à diversidade de habilitações dos formandos que a frequentaram.
A formação em assunto foi um curso de “instalações eléctricas em ambiente perturbado”, ministrado nas instalações da Schneider Electrics, com duração de quatro dias, que tinha como objectivo fazer o estudo das interferências na rede eléctrica causadas pelo uso de aparelhos electrónicos, para, de seguida, fazer o tratamento dessas interferências, utilizando dispositivos comercializados pela Schneider Electrics.
De início e à medida que iam sendo feitas as apresentações, a opinião generalizada de que o curso não iria correr muito bem devido, como já disse anteriormente, às diferentes habilitações académicas dos formandos, estava presente em todos, inclusive na própria formadora.
É precisamente pela formadora, a Engª Fátima Borges, que vou começar o meu relato, porque foi sem dúvida graças a ela que a formação acabou por ser altamente produtiva para todos. Teve a constante preocupação de adequar cada exemplo prático à actividade profissional de cada formando. Procurou constituir grupos de trabalho de dois elementos com habilitações académicas diferentes. Organizou “campeonatos” dentro da turma na realização das tarefas.
Ao longo dos quatro dias todos os formandos falaram de experiências práticas, todos participaram, de tal forma que a discussão de assuntos estava sempre presente, inclusive à hora da refeição.
No último dia, na hora do balanço final, a opinião era unânime. Todos tinham aprendido muito. E todos deram os parabéns à Engª Fátima pelos métodos usados no decorrer da formação, conseguindo dessa forma cativar a atenção de todos os formandos.
A lição que tirei desta formação foi a seguinte: Para cada turma há um conjunto de processos e métodos que fazem com que o resultado final seja positivo. Penso que a aquisição desses métodos, bem como a sua aplicação prática só se consegue com a prática.
Para finalizar, é, no fundo, esta interacção do conhecimento do método correcto para cada turma e a sua aplicação prática que faz com que existam bons professores e boas turmas.
A INTEGRAÇÃO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA NA FORÇA AÉREA

A integração dos CET na FAP vai ao encontro da necessidade de realizar uma formação cada vez mais exigente, que se prolonga ao longo de toda a vida. Só uma formação permanente pode responder às exigências da instituição e às exigências sociais impostas pela evolução científica e tecnológica dos nossos dias.
A presente reflexão resulta da leitura e análise dos documentos sugeridos, mas, também, da experiência enquanto instrutor de disciplinas com uma forte componente tecnológica, no Núcleo de Electrotecnia do CFMTFA, e em instituições de formação profissional civis.
Assim, do ponto de vista da FAP, penso que a integração dos CET significa uma aposta numa formação técnica de alto nível, com um reconhecimento efectivo não só dentro da instituição como fora. Os CET permitem, ainda, conciliar o conhecimento e a qualificação no desempenho profissional, sendo uma mais-valia na formação dos nossos profissionais.
Para além do que foi dito no parágrafo anterior, a integração dos CET na FAP funcionaria ainda, como incentivo à vinda de novos militares. A falta de meios humanos, principalmente a nível da manutenção, deve-se, em grande parte, à não certificação e ao não reconhecimento técnico da formação realizada.
Porém, por outro lado, não se pode esquecer que os CET, a aplicar-se relativamente ao CFP, representam um investimento em profissionais que, a longo prazo, não servirão a FA, uma vez que, acabados os contratos, procurarão outras ofertas de emprego ou seguirão cursos superiores. Assim entendida, a integração dos CET passaria a significar a consideração da FAP como, apenas, uma instituição de formação. Uma solução para esta questão é a integração dos CET ao nível do CFS, por exemplo.
Sugeria, neste contexto, ser atribuída uma certificação profissional nível 3 (três) aos militares que concluam o curso de formação de praças, e uma certificação profissional nível 4 (quatro) aos militares que concluam o curso de sargentos do quadro permanente. Claro que para tal, toda a estrutura curricular dos cursos em questão teria que ser revista e modificada, de acordo com a legislação.
O processo de integração dos CET na FA deve ser avaliado e analisado nas suas diversas variantes, tendo sempre presente que é fundamental garantir uma cada vez maior qualificação profissional e uma formação capaz de responder aos desafios da FA, mas também da sociedade actual.